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E se fosse o último dia?

Eu não gosto muito do ditado que nos sugere viver o presente como se fosse o ultimo dia de nossas vidas. Acho que ele não comporta todo um contexto mais complexo, mas ditados são assim. Generalizadores. Mas eles nos deixam pensando. Se hoje fosse, realmente, o último dia, o que será que faríamos diferente? O que será que teríamos feito diferente? A pandemia nos trouxe, além do receio de nos infectar e passar essa doença para alguém próximo que amamos, uma perspectiva nova em relação a tudo já vivido. Valeu a pena? Estávamos indo para a direção que queríamos? Trabalhando com o que e como sonhávamos? O que realmente ficou? O que ainda nos move? Eu não acho problemático fazer perguntas e rever trajetórias, mas acho super importante saber a diferença entre estar acomodado e estar feliz – um exemplo. Talvez ainda tenhamos muito a viver (tomara!), mas como nada neste plano é certo, essa é a chance de mudarmos. Repensarmos. Ser feliz pode ser uma construção abstrata ou difícil de apalpar, mas acho que passou da hora da gente rever, refazer e reafirmar tudo em nossas vidas. Não tem problema algum mudar de direção agora. Até porque, se não for agora, você vai esperar até quando? Até quando vale se adiar? Resposta: quase nunca vale.

#ahlacombe

#GustavoLacombe

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