Peguem-se no Carro

Nunca deixem de se pegar no carro (se vocês tiverem um disponível) porque essa é uma fase gostosa do relacionamento. Muita coisa ainda é “proibida”, as descobertas estão aparecendo e os dois tem uma vontade louca de ficarem mais cinco minutos juntos. Não subam direto pro apartamento ou entrem correndo na casa se for o caso. Fiquem ali nos beijos, nos amassos. Mesmo quando vocês já tiverem mapeado e tabelado o preço de todos os motéis da cidade. Aquele banco do carona, aquele banco de trás, aquele vidro embaçado. Aquilo tudo que diz muito sobre o desejo incontrolável que, com o passar dos lençóis, pode ir caindo no esquecimento. O fogo vira água fria e a monotonia é um convite à desconfiança. Então, se eu tivesse que dar um simples conselho, seria esse: continuem se pegando firme no carro. Ou se provocando em lugares inapropriados. Ou mandando mensagens salientes. Ou tendo uma postura de quem até sabe que já conquistou, mas quer mostrar um pouquinho mais do tanto que gosta. Vocês não vão conseguir morar num “eterno início “, mas certamente vão prolongar o ardor das chamas que mantém vivo qualquer casal disposto a ser bem mais que um rótulo. E obviamente poderia dar outras dicas, mas escolhi essa pra virar texto por agora. Espero que vocês a aproveitem e não desperdicem o Amor que tem ou poder vir a ter nas mãos. 💛 #GustavoLacombe https://www.instagram.com/p/CHyicaoJ1-T/?igshid=dvslxard130o

Publicado por

Gustavo Lacombe

Gustavo Lacombe, vinte e oito anos e uma vontade de escrever sendo lapidado todos os dias com muito suor e ideias. Tem a certeza de que será preciso quebrar muito a cabeça até conseguir chegar a algum lugar. Escreve por esporte, paixão e prazer - foi assim que fez seus quatro livros. Carioca da gema, acredita no amor bonito, ainda que o amor tenha diversas facetas não tão bonitas assim. Romântico, corredor de fim de tarde e feliz proprietário de um bom violão. É no blog, na página (fb.com/GustavoLacombeTextos) e no instagram (@glacombetextos) que, volta e meia, despeja o que lhe inspira, expira e vive. Ou queria ter vivido.

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